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	<title>blog.navearte.com.br</title>
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	<description>Cultural "Ars et labor" NaveArte Blog</description>
	<pubDate>Thu, 14 Dec 2006 02:23:39 +0000</pubDate>
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		<title>No momento em que se expressam por métodos de figura&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Dec 2006 02:23:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Cultura/arte</category>

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		<description><![CDATA[No momento em que se expressam por métodos de figura&#8230; restauram a espécie consumida pela aculturação.
Ao precisar a mente do povo popular, encontramos conhecimentos distantes da realidade diária desse então popular povo. Sendo que o prospecto de definição dessa necessidade é encontrado tão e somente nas oportunidades de alguns poucos membros desse grupo social que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No momento em que se expressam por métodos de figura&#8230; restauram a espécie consumida pela aculturação.</p>
<p>Ao precisar a mente do povo popular, encontramos conhecimentos distantes da realidade diária desse então popular povo. Sendo que o prospecto de definição dessa necessidade é encontrado tão e somente nas oportunidades de alguns poucos membros desse grupo social que as criam na gerência política de um povo não popular.<br />
Obstante a todo esse caroço cultural, está o maldito povo marginal. Tendo a sua reza na bondade de conduzir a vida pela história, condensando a alma no equilíbrio da mente natural, buscando conhecimento com conhecimento, praticando a forma mais antiga de coordenação de uma comunidade no que tange a sua cultura, ou seja: a arte popular.<br />
A arte popular brasileira tem um vinculo excepcional quanto a fisionomia nacional e é isso que palpa a capacidade de fazer arte nesse País. Um puro pluralismo, tão popular quanto a certeza do espírito.<br />
Toda a forma de manifestação cultural pode ter uma embaixada, junto a narrativa da evolução do pensamento artístico. Mas, sem politicagem e sensacionalismo, contando ainda, com a importância incontestável do público, que deve saber distinguir fato de conjuntura. Não aceitando a imposição de protecionismo nas manifestações culturais, preservando e desenvolvendo trabalhos para a cultura do povo, e não para meia dúzia de biscateiros culturais. Lembrando da importância de não omitirmos ou termos receio do novo, do visitante seja o mesmo um soberano ou mesmo um plebeu.<br />
Reafirmando a nossa filosofia cultural de convicção e decência, no direito étnico do nosso povo, fazendo intervenções urbanas em todas as produções de arte, tanto na estética como na representatividade da mesma perante a comunidade.<br />
Todo artista é um político inato e naturalmente tem uma possibilidade de julgamento do mundo de forma diferenciada. Arte pelo povo e para o povo. Salão aberto nacional - concurso livre para monumentos públicos. Deixando claro que isso não é nenhum comportamento eloqüente.  </p>
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		<title>O MOVIMENTO</title>
		<link>http://blog.navearte.com.br/2006/05/31/o-movimento/</link>
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		<pubDate>Wed, 31 May 2006 11:52:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Cultura/poesia</category>

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		<description><![CDATA[O fascismo é ambíguo no meu país
Ora perde o sentido da palavra
Ora aplica a palavra no sentido.
O fanatismo é ambíguo no meu país
Ora-vê o passado futurizado
Ora-vê o futuro passado.
O povo do meu país
Ouve o boato do homem
Ouve a voz do bicho.
O poder no meu país
Odre modéstia ao amanhecer
Odre vaidade ao anoitecer.
No meu país
Tem mar
Tem rio.
A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O fascismo é ambíguo no meu país<br />
Ora perde o sentido da palavra<br />
Ora aplica a palavra no sentido.<br />
O fanatismo é ambíguo no meu país<br />
Ora-vê o passado futurizado<br />
Ora-vê o futuro passado.</p>
<p>O povo do meu país<br />
Ouve o boato do homem<br />
Ouve a voz do bicho.<br />
O poder no meu país<br />
Odre modéstia ao amanhecer<br />
Odre vaidade ao anoitecer.</p>
<p>No meu país<br />
Tem mar<br />
Tem rio.</p>
<p>A miséria do meu país<br />
Aborta o sentimento na alma<br />
Aborta a vida no bucho.<br />
A arte política no meu país<br />
Aborda a sorte do povaréu<br />
Aborda e enfada o poeta.</p>
<p>No meu país<br />
Tem gente<br />
Tem rio<br />
Tem terra.</p>
<p>No meu país<br />
Tem gente<br />
Tem gente morrendo<br />
Tem gente morrendo de fome!</p>
<p>No meu país<br />
Não há movimento.<br />
Há fome<br />
Há esmorecimento.</p>
<p>No meu país tem mar, tem rio, tem terra<br />
E tem muita gente morrendo de fome!</p>
<p>Autor: MAMS </p>
<p><div class="alinhar_dir"><img src="http://blog.navearte.com.br/up/n/na/blog.navearte.com.br/img/Talher.jpg" alt="Talher - Talher" title="Talher - Talher" /></div>
</p>
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		<title>???</title>
		<link>http://blog.navearte.com.br/2006/05/28/4/</link>
		<comments>http://blog.navearte.com.br/2006/05/28/4/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 28 May 2006 09:24:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Cultura/poesia</category>

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		<description><![CDATA[Quando é difícil reter o sentimento
Temos os olhos no clique do passado.
E crer na esperança do amor
É chorar de dor no futuro.
Quando é impossível encaminhar um sonho
Temos o coração apertado.
E crer nessa vida ausente
É chorar de dor no presente.
Impressões&#8230;
Expressões&#8230;
Implicações&#8230;
Exclamações!!!
Crises de
Existência.
E
Crases
Na alma.
Para tanto o difícil é remediar o lógico, e
Conhecer o desespero de conviver no código.
E [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando é difícil reter o sentimento<br />
Temos os olhos no clique do passado.<br />
E crer na esperança do amor<br />
É chorar de dor no futuro.</p>
<p>Quando é impossível encaminhar um sonho<br />
Temos o coração apertado.<br />
E crer nessa vida ausente<br />
É chorar de dor no presente.</p>
<p>Impressões&#8230;<br />
Expressões&#8230;<br />
Implicações&#8230;<br />
Exclamações!!!<br />
Crises de<br />
Existência.<br />
E<br />
Crases<br />
Na alma.</p>
<p>Para tanto o difícil é remediar o lógico, e<br />
Conhecer o desespero de conviver no código.<br />
E nem tão santo ímpeto ser<br />
Nem tão demo de medo viver.</p>
<p>Para tanto o impossível é não morrer no limo, e<br />
Conhecer a piedade de renascer no cerrado.<br />
E nem tão homem ausente de si viver<br />
Nem tão bicho evidente em mim ser.</p>
<p>Impressões&#8230;<br />
Expressões&#8230;<br />
Implicações&#8230;<br />
Interrogações???<br />
Crases de<br />
Existência.<br />
E<br />
Crises<br />
Na cama.</p>
<p>Que se revela num pesadelo presente<br />
De um passado indecente.<br />
Que não consegue se libertar<br />
Daquela mulher adolescente.</p>
<p>Que se altera nessa paranóia<br />
De minha vida intermitente.<br />
Que não enseja nada de nada<br />
Dessa mulher adoidada.</p>
<p>Impressões&#8230;<br />
Expressões&#8230;<br />
Implicações&#8230;<br />
Síntese<br />
De sonhos, cerveja e liberdade de querer&#8230;</p>
<p>Autor: MAMS </p>
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		<item>
		<title>Arte e Trabalho, preconceito notório</title>
		<link>http://blog.navearte.com.br/2006/05/28/arte-e-trabalho-preconceito-notorio/</link>
		<comments>http://blog.navearte.com.br/2006/05/28/arte-e-trabalho-preconceito-notorio/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 28 May 2006 08:38:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Cultura/arte</category>

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		<description><![CDATA[Em intento ao trabalho de se fazer arte, na concepção mais sublime do Ser, é para mim uma conotação distribuída entre o perto (junto) do Astronauta e o longe (distar) do mesmo.
Portanto a formatação de um determinado conceito, sem o devido respaldo da procura do conhecimento, é uma imbecilidade sem precedentes, respondendo a uma racionalidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em intento ao trabalho de se fazer arte, na concepção mais sublime do Ser, é para mim uma conotação distribuída entre o perto (junto) do Astronauta e o longe (distar) do mesmo.<br />
Portanto a formatação de um determinado conceito, sem o devido respaldo da procura do conhecimento, é uma imbecilidade sem precedentes, respondendo a uma racionalidade maquiada pela sociedade nos deveres do cotidiano da comunidade. Ficando em detrimento toda uma história, bem como todo o processo cultural desse mesmo grupo. Visto que este mesmo preconceito, é deliberado inclusive entre os próprios artistas, bem como no mercado de arte. Se dando atualmente ao luxo de ostentar esta ambigüidade vertente ao antagonismo criado entre nós e por nós mesmos, sem qualquer motivo ou base centralizada em uma verdade do não proceder, do não ter ética profissional.<br />
Seria muito mais produtivo ( a ficar vergando o focinho para a labutação de outrem ), criar &#8220;labor&#8221; e usar o tempo dispendioso para inventar arte. Cuidando assim da própria vida. Esparramando primor e fazendo o diferencial da arte individual, para a concernência da beleza do coletivo. O momento é único em determinado espaço e abrangente em outro. De tal sorte, que viva ( que felicidade ) termos diferenças.<br />
Sabemos que toda a obra de arte, tem em si, um compromisso com a auréola do lugar. O lugar onde ela foi produzida é o pasto fértil do momento da criação, da inspiração, e o autor a sua ferramenta consecutiva. Seja o autor (artista) quem seja, vindo de onde vier: acadêmico, autodidata, curioso ou denodado. E o meu atributo maior, nessa condição de artista, é o fato de querer em um momento de sonho, dar qualidade de trabalho; pois é isso que tem importância. Qualidade e o amor ao fim dos afins.<br />
Qualificando a situação das artes plásticas, e de sua influência na construção crítica do conhecimento cultural, bem como o seu gosto e sua prática. Já que o mercado é livre e soberano; o artista produz a sua obra direcionada ao público que ele por si elegeu. E cada um tem o seu momento e o seu espaço ( É uma convicção legitima para criar). O artista produz o triste; um artista produz o antigo; outro artista produz o modernismo; o artista produz o comercial: e seu público percebe qualidade em seu trabalho e da reputação. E com essa seqüência de raciocínio, estaremos verificando que o argumento de sucesso é a personificação do criativo, do verdadeiro e do decente. Ademais, a obra é um precedente para a envergadura de aculturação.  </p>
<p>Autor: MAMS </p>
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